segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Refletindo sobre leitura e escrita digital

Atividade 4.1


1.   Aspecto considerado como um ganho na leitura e escrita digital.
Um dos mais vistos é a facilidade de encontrar textos e também a variedade de textos para leitura, hoje em dia a maioria das pessoas prefere ler texto da internet que pegar um livro para pesquisar. Mas sabemos que o acervo da internet é bem amplo e significante para o trabalho desenvolvido. E também digitar um texto acaba sendo bem mais fácil e rápido, porque podemos digitar caso errarmos podemos apagar sem deixar rasuras, mover e substituir palavras e outros.

2.   Aspecto considerado como uma perda nesse processo.
Hoje em dia está tão fácil ter acesso a esses recursos que o papel e a caneta fica “meio de lado, proporcionando o desinteresse pela escrita em papel. E uma das perdas muito grande é a estética da letra e muita facilidade para reescrever que no computador tem as funções copiar e colar sem ter o esforço de copiar manualmente a mesma frase ou texto.

3.   Sugestões para que tal perda possa vir a ser minimizada.
Trabalhar as duas maneiras, tanto a escrita digital, quanto a escrita manual, garantindo que façam as atividades com qualidade, se for um texto no computador, verificar se foi realmente o aluno quem fez ou se apenas copiou e colou, devemos explorar cada vez mais a produção dele, tanto no computador, quanto manualmente, para que ela para um pouco para pensar e refletir em o que escrever.

4.   Sugestões para potencializar os ganhos.

Estimular a reflexão e a criação dos alunos, através de produções baseadas em suas pesquisas realizadas no computador e o registro dessas informações.

Discutindo sobre o Wikipédia


Subtema: atividade 5.5-


Orientar os alunos a não usar somente este site, Porque as pessoas podem alterar as informações da wikipedia. Portanto, algumas informações não possuem uma fonte confiável.

O papel do professor é explicar para os alunos que existem outras fontes de pesquisa. 

sábado, 17 de agosto de 2013

Planejamento de aula com uso do laptop


PLANO DE AULA

Disciplina: Português

Público Alvo: Alunos do 4º ano do ensino fundamental.

CONTEÚDO:

- Produção de texto através de imagem.

OBJETIVOS:

Desenvolver a prática da pesquisa com alunos.

Praticar a utilização da internet na busca de conteúdos.

Produzir um texto a partir do conteúdo pesquisado, explorando a imaginação dos alunos e o recurso kword do laptop.

METODOLOGIA:

Primeiramente será destacada a importância do uso do laptop e as ferramentas da internet. Depois será apresentado o site de busca para iniciar a pesquisa sobre uma imagem.  Cada aluno fará uma produção de texto através de imagens e utilizará o Kword para digitar.

AVALIAÇÃO:

Mediada pela participação e envolvimento dos alunos nos trabalhos realizados  em sala nos laptops.




O computador vai substituir o professor?

O diálogo que vou propor nesta coluna é sobre a escola. Acho que precisamos conversar sobre isso. A Internet está trazendo consigo um novo modelo de educação, uma forma diferente de aprendizagem, e precisamos entendê-lo, apropriar-nos disso, ser protagonistas da mudança. 

Precisamos conversar principalmente porque a existência dessa grande rede nos faz pensar na escola que temos, ainda tão fechada, limitada, desconectada do mundo, da vida do aluno; ainda tão distante da realidade de imagens, sons, cores e palavras em hipermídia que constitui a nossa vida hoje.

Precisamos conversar sobre nossos sonhos para a escola, pois, se vocês não sabem, há séculos nós, pedagogos, acumulamos sonhos sobre a sala de aula. Ivan Illich sonhava com uma educação que não fosse limitada às instituições, que formalizam tudo. Jean-Jacques Rousseau pensava numa escola que não corrompesse o homem, deixando simplesmente vir à tona o que temos de melhor. Jean Piaget queria que os níveis mentais fossem respeitados, sem pular etapas, para que não tivéssemos que aprender aos saltos, ou decorar o que não entendemos. Freinet sonhava com uma escola que permitisse o prazer, a aprendizagem agradável e divertida. Paulo Freire sonhava com um lugar em que o saber do aluno fosse valorizado, onde a relação vivida nas aulas fosse o ponto de partida para uma grande transformação do mundo. Goleman escreve sobre uma escola que permita desenvolver o lado emocional, que tenha espaço para as artes, a música, as coisas que, enfim, nos fazem mais humanos.

Mas não soubemos concretizar muitos desses sonhos. Talvez ainda não tivemos tempo, porque era preciso primeiro preparar aulas, corrigir provas, anotar no quadro e nos cadernos tantas e tantas explicações.
De repente a tecnologia entra na escola e nos obriga a recuperar tudo isso. A presença da máquina leva todo professor a se perguntar: como é a minha aula? Do que decorre: será que o professor vai ser substituído pelo computador? E sabemos que a resposta é sim, não temos a menor dúvida. Explico: é que o pior de nós vai ser substituído.

A nossa pior aula, o lado repetitivo, burocrático e por vezes até acomodado da escola, esse vamos deixar para o computador. Ele saberá transformar nossas exposições maçantes em aulas multimídia interativas, em hipertextos fascinantes, em telas coloridas e interfaces amigáveis preparadas para a construção do saber. Então poderemos, finalmente, ficar com a melhor parte, aquela para a qual  não nos sobrava tempo, porque pensávamos que devíamos transmitir conhecimentos.

Vamos receber de herança os sonhos de todas as outras gerações, redimi-las realizando tudo o que não puderam conhecer. Agora sim, está em nossas mãos a derrubada dos muros para fazer conexões com o mundo, a criação do espaço para a arte e a poesia, o tempo para o diálogo amigo, o trabalho cooperativo, a discussão coletiva, a partilha dos sentidos. Está em nossas mãos a construção de uma escola mais feliz, feita por mestres e alunos que saibam, juntos, propor links e janelas para a sala de aula, onde aprender não seja uma tarefa árdua e penosa, mas sim uma aventura. Então será preciso que cada mestre se despeça da figura de professor transmissor de conteúdos que há em si mesmo, e que os alunos abandonem seu papel de receptores passivos. Isso é o pior de todos nós, não nos daremos mais a conhecer assim.

Vamos tentar construir juntos algo novo. É claro que nós, professores, vamos precisar de ajuda: os alunos saberão nos dizer como fazer. Será que eles aceitam ser nossos mestres? Acho que sim, é só por este próximo milênio. Nessa nova sala de aula, na verdade todos serão mestres.

E, curiosamente, a gente vai aprender como nunca.

Andrea Cecília Ramal (Módulo: Introdução à Educação Digital, Guia do cursista, pag. 166)

Desafios do Trabalho Cooperativo


O trabalho cooperativo hoje é de grande importância e visibilidade social e está se tornando cada vez maior, atraindo a atenção dos pesquisadores das diferentes áreas do conhecimento, entre elas a educação. A educação sempre esteve ligada ao  trabalho colaborativo entre o aluno e a escola e atualmente com o surgimento das novas tecnologias, necessitamos cada vez mais da integração entre educadores e educandos para fortalecer o sistema de ensino-aprendizagem, proporcionando uma rede cooperativa dentro no nosso sistema de ensino, que se torna fundamental para o próprio crescimento individual dos educadores e consequentemente do ensino com maior qualidade.

Conceitos Relevantes para o Projeto

LEITURA

O aprendizado da leitura é um momento importante na educação, que começa na alfabetização e se estende por toda educação básica. Consiste em garantir que o [estudante|aluno] consiga ler e compreender textos, em todo e qualquer nível de complexidade. Uma vez alfabetizado, é possível o indivíduo ampliar seu nível de leitura e de letramento, de forma a tornar-se um sujeito autônomo e consciente. O principal suporte para a alfabetização é a leitura, pois lendo com frequência facilita a fixar a grafia correta das palavras ou seja, o aprendizado. Sabemos que a leitura esta ao nosso redor, nos fazendo ler o tempo todo, mas é necessário que a escola não se limite ao significado e a essa função que se atribui á leitura.Algumas coisas que aprendemos na escola são esquecidas com o tempo, por não serem praticadas. Através da leitura rotineira, os conhecimentos se fixariam de forma a não serem esquecidos posteriormente. Toda escola, deve fornecer uma educação de qualidade incentivando a leitura, pois dessa forma a população se torna mais informada e crítica. A leitura é fundamental no desenvolvimento do ser humano onde a escola possui um papel importante no desenvolvimento do hábito de ler.

APRENDIZADO DA LEITURA NA ESCOLA

A alfabetização formal se fixa no primeiro e segundo anos do ensino básico. A partir daí considera-se que o aluno já é um leitor e começa-se um período de interpretação de textos que parte deste pressuposto.
Para os autores Duffy, Sherman e Roehler (1977), a leitura é um processo que se aprende reconhecendo e compreendendo palavras e frases que se apoiam mutuamente, despertando o interesse das crianças por materiais impressos, brincando e descobrindo significados, com isso, haverá uma melhoria da linguagem e comunicação das crianças com outras pessoas. O aprendizado através do brincar, possibilita ao aluno aprender a lidar com suas emoções e ele começa a adquirir sua individualidade ao mesmo tempo em que considera o meio e os demais.
É necessário ensinar às crianças a linguagem e escrita e não somente a escrita de letras. E durante o período de aprendizagem, o educador deve fazer do lúdico uma arte, um instrumento para possibilitar e facilitar a educação a criança. A prática de permitir à criança o diálogo faz com que ela exponha suas ideias.9
Se a única maneira de dominar o diálogo é praticá-lo, dê a criança sua chance.
J.S. BRUNER, p.225
 

Metodologia ou tecnologia na escola?